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Ser mãe basta? STJ discute prisão domiciliar na execução penal

event 02 de outubro de 2026 visibility 2 leituras source conjur.com.br
Ser mãe basta? STJ discute prisão domiciliar na execução penal

O caso traz à tona a discussão sobre a possibilidade de **prisão domiciliar** para mulher condenada que é mãe de criança menor de 12 anos, levando em conta a prática da execução penal e a proteção constitucional à infância. O debate envolve o STJ e corre entre a norma de execução da pena privativa de liberdade e os dispositivos que asseguram a proteção da maternidade e da criança. Situa-se sobretudo quando a pessoa está em regime fechado ou semiaberto, o que pode abrir precedentes para novas decisões em casos semelhantes.

Essa controvérsia pode gerar alterações nos critérios de aplicação da prisão domiciliar, com impactos práticos sobre a avaliação do risco e das necessidades da criança, bem como sobre as condições que devem ser observadas pela Justiça ao conceder a medida. **A discussão envolve princípios constitucionais, como proteção à família, dever de cuidado e dignidade da pessoa humana**, além de regras específicas da execução penal.

Para o cidadão comum, a notícia importa porque afeta quem pode ter direito a cumprir a pena em casa e manter a convivência familiar, o que pode influenciar decisões sobre guarda, visitas e suporte financeiro durante o cumprimento da pena. Também lança luz sobre como o Judiciário tem considerado situações de maternidade em contextos penais, o que pode levar a mudanças práticas em futuros casos.

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