Levantamento da CGU mostra que os descontos indevidos nos benefícios do INSS aumentaram quase cinco vezes entre 2022 e 2024, com a maior parte ocorrendo no governo Lula. Isso significa que mais aposentados e pensionistas estão tendo valores retirados de seus benefícios sem autorização.
Um levantamento da Controladoria-Geral da União (CGU) revelou que os descontos indevidos nos benefícios do INSS cresceram quase cinco vezes entre 2022 e 2024. A maior parte desse aumento ocorreu durante o governo Lula, totalizando um montante significativo de recursos retirados indevidamente de aposentados e pensionistas. A prática envolve descontos não autorizados, muitas vezes realizados por instituições financeiras ou consignatárias sem o consentimento do beneficiário.
Do ponto de vista legal, esses descontos configuram violação ao direito do consumidor e podem ser enquadrados como prática abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor. O INSS, como gestor dos benefícios, tem o dever de fiscalizar e coibir tais irregularidades. A CGU aponta que a falta de controle e a fragilidade nos sistemas de autorização contribuíram para o aumento dos casos. Medidas administrativas e judiciais podem ser adotadas para reaver os valores e responsabilizar os envolvidos.
Para o cidadão, isso significa que é essencial verificar regularmente o extrato do benefício e contestar qualquer desconto suspeito. Aposentados e pensionistas são os mais afetados, especialmente os de baixa renda, que dependem integralmente do benefício. A orientação é buscar os canais oficiais do INSS e, se necessário, a Defensoria Pública ou um advogado para reaver os valores descontados indevidamente.
Se você suspeitar de descontos indevidos no seu benefício do INSS:
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