O INSS aumentou significativamente o número de acordos extrajudiciais para reduzir a avalanche de processos judiciais sobre benefícios previdenciários. A procuradora-geral federal destacou a política agressiva de acordos como estratégia para desafogar a Justiça. Isso significa que segurados podem resolver pendências mais rapidamente, sem precisar ir à Justiça.
A Procuradoria-Geral Federal anunciou que o INSS dobrou o número de acordos extrajudiciais em 2026, como parte de uma política para combater a hiperjudicialização na área previdenciária. A procuradora-geral federal, Adriana Maia Venturini, destacou que a estratégia visa resolver conflitos de forma mais rápida e eficiente, evitando que milhares de ações judiciais sobrecarreguem o sistema. A medida abrange principalmente benefícios como aposentadorias, pensões e auxílios.
Os acordos são realizados antes mesmo de o segurado entrar com uma ação, por meio de câmaras de conciliação e mediação administrativa. A iniciativa busca reduzir o tempo de espera e os custos para ambas as partes. Dados oficiais indicam que, nos primeiros seis meses de 2026, o número de acordos superou o total de todo o ano anterior, demonstrando a efetividade da política. A PGF também investiu em treinamento de servidores para identificar casos passíveis de acordo.
Para o cidadão, isso significa que, se você tem um pedido de benefício negado ou atrasado, pode tentar resolver diretamente com o INSS por meio de um acordo, sem precisar contratar advogado ou esperar anos na Justiça. A recomendação é buscar orientação em uma agência do INSS ou pela Central 135 para verificar se seu caso se enquadra nas novas possibilidades de conciliação.
Se você está com problemas no INSS ou quer evitar a judicialização:
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