Em 2026, as regras de transição para aposentadoria do INSS ficam mais rígidas, com aumento da idade mínima exigida para homens e mulheres. A mudança impacta trabalhadores que estão próximos de se aposentar, exigindo mais tempo de contribuição ou idade maior.
A partir de 2026, as regras de transição da aposentadoria do INSS sofrerão alterações que tornam mais difícil o acesso ao benefício para trabalhadores que estavam em processo de adaptação à reforma da Previdência de 2019. A principal mudança é o aumento da idade mínima exigida, que subirá para 58 anos e 6 meses para mulheres e 63 anos e 6 meses para homens, conforme previsto na Emenda Constitucional 103/2019.
Essa alteração faz parte do cronograma escalonado da reforma, que prevê acréscimos graduais de seis meses a cada ano até 2031. Para quem já estava na regra de transição por pontos, a exigência de soma de idade e tempo de contribuição também aumenta, passando a 91 pontos para mulheres e 101 para homens. Já na regra de transição por idade mínima progressiva, o requisito sobe conforme o previsto.
Na prática, o trabalhador que planejava se aposentar em 2026 precisará ter contribuído por mais tempo ou ter mais idade do que em 2025. Isso pode adiar o benefício para quem não atingir os novos requisitos. É essencial revisar o planejamento previdenciário e, se possível, buscar orientação de um especialista para evitar surpresas.
Se você está perto de se aposentar e se enquadra nas regras de transição:
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