O deputado estadual Binho Galinha foi condenado a 36 anos e 9 meses de prisão por posse irregular e adulteração de armas de fogo. A decisão foi da Justiça da Bahia e pode ter impacto na elegibilidade do parlamentar. O caso serve de alerta sobre a gravidade dos crimes relacionados a armas.
O deputado estadual Binho Galinha (sem partido) foi condenado pela Justiça da Bahia a 36 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e adulteração de arma de fogo. A sentença foi proferida pela 2ª Vara Criminal de Salvador e cabe recurso. O parlamentar, conhecido por sua atuação na região metropolitana de Salvador, foi preso em 2022 durante a Operação Cartas Marcadas, que investigava um esquema de jogos ilegais.
A condenação se baseia na Lei de Armas (Lei 10.826/2003), que prevê penas severas para quem possui ou modifica armas de fogo sem autorização. A adulteração de armas, como a raspagem de numeração, dificulta a rastreabilidade e é considerada crime grave. A pena elevada reflete a reincidência e a gravidade das condutas. Caso a condenação transite em julgado, Binho Galinha pode perder o mandato e ficar inelegível pela Lei da Ficha Limpa.
Para o cidadão comum, a notícia reforça a importância de regularizar a posse de armas e jamais adulterar qualquer equipamento. Portar arma sem registro ou modificar suas características são crimes que podem levar à prisão. Além disso, a decisão mostra que o Judiciário está atento a casos de parlamentares que cometem infrações, o que fortalece a confiança no sistema de justiça.
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