O programa reduziu o valor da CNH para cerca de R$ 530, mas a manutenção de etapas presenciais obrigatórias limita a digitalização total do processo, dificultando a obtenção da primeira habilitação.
O programa de redução do valor da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) trouxe alívio financeiro para muitos brasileiros, com o custo caindo para aproximadamente R$ 530. No entanto, a manutenção de etapas físicas obrigatórias, como exames médicos e aulas práticas, impede que o processo seja totalmente digitalizado.
Essa burocracia residual gera filas e atrasos, especialmente nos Detrans estaduais, que ainda exigem comparecimento presencial para diversos procedimentos. A digitalização parcial não resolveu problemas estruturais, como a falta de vagas para exames e a demora na emissão do documento.
Para o cidadão comum, isso significa que, apesar do preço mais baixo, conseguir a primeira habilitação continua sendo um desafio logístico. Quem precisa da CNH para trabalhar ou estudar acaba enfrentando longas esperas e, em alguns casos, custos adicionais com deslocamento e taxas extras.
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