O INSS passou a exigir identificação biométrica para concessão de aposentadoria e Benefício de Prestação Continuada (BPC). A medida, publicada em junho de 2026, visa aumentar a segurança e evitar fraudes. Cidadãos devem se preparar para o novo procedimento.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou no Diário Oficial da União, em junho de 2026, uma regulamentação que amplia o uso da identificação biométrica para a concessão de benefícios previdenciários e assistenciais, como aposentadoria e Benefício de Prestação Continuada (BPC). A medida visa modernizar o sistema e reduzir fraudes.
Com a nova regra, o segurado precisará realizar o cadastro biométrico (impressão digital, foto e, em alguns casos, reconhecimento facial) para solicitar ou manter o benefício. A exigência vale para novos pedidos e também para a prova de vida anual. O INSS informou que a biometria será integrada a bases de dados oficiais, como a carteira de identidade e o título de eleitor.
Para o cidadão comum, a principal mudança é a necessidade de comparecer pessoalmente a uma agência do INSS ou posto de atendimento habilitado para fazer o cadastro biométrico. Quem já recebe benefício precisará atualizar os dados na próxima prova de vida. A medida pode dificultar o acesso para pessoas com dificuldade de locomoção ou que moram em áreas remotas, mas promete mais segurança contra golpes.
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