Em disputas de guarda, o laudo psicológico é uma prova importante, mas não é determinante. O juiz considera o melhor interesse da criança, analisando o conjunto de provas, incluindo estudo social e depoimentos.
Em uma disputa de guarda, o laudo psicológico é uma ferramenta técnica que auxilia o juiz a avaliar a capacidade parental e o vínculo afetivo, mas não é o único fator decisivo. A perita Renata Bento explica que o documento serve como um parecer, cabendo ao magistrado decidir com base no melhor interesse da criança.
O juiz considera todo o conjunto probatório, incluindo estudo social, depoimentos de testemunhas e a própria oitiva dos pais. O laudo psicológico tem peso, mas não vincula a decisão judicial. A guarda pode ser compartilhada, unilateral ou até atribuída a terceiros, sempre priorizando o bem-estar da criança.
Para o cidadão comum, isso significa que o laudo é importante, mas não garante a guarda. É essencial apresentar outras provas, como histórico de cuidados, estabilidade emocional e financeira, e disposição para manter a convivência com o outro genitor.
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