Artigo de opinião na Gazeta do Povo defende que a segurança na mobilidade urbana deve ser tratada como política pública essencial, destacando os riscos enfrentados por crianças, adolescentes e idosos no trânsito brasileiro.
A mobilidade urbana no Brasil expõe crianças, adolescentes e idosos a riscos constantes, como atropelamentos e falta de acessibilidade. O artigo da Gazeta do Povo argumenta que a segurança viária precisa ser reconhecida como política pública essencial, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Estatuto do Idoso, que garantem prioridade absoluta na proteção desses grupos.
O texto destaca que a infraestrutura urbana inadequada — como calçadas irregulares, falta de faixas de pedestres e semáforos insuficientes — viola direitos fundamentais. Além disso, a ausência de fiscalização e planejamento agrava o problema, tornando o trânsito uma das principais causas de morte evitável entre jovens e idosos no país.
Para o cidadão comum, isso significa que a segurança ao se deslocar a pé ou de transporte público não é garantida. Pais, responsáveis e idosos precisam redobrar a atenção e cobrar do poder público medidas como redução de velocidade, faixas elevadas e campanhas educativas. A mobilidade segura é direito de todos e dever do Estado.
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