O partido Avante decidiu manter a candidatura de Binho Galinha, deputado estadual preso e condenado por crimes com armas, investigado como líder de milícia. A decisão levanta questões sobre a elegibilidade de candidatos com condenações criminais e o combate ao crime organizado.
O partido Avante, do qual o suplente do governador Rui Costa faz parte, anunciou que manterá a candidatura de Binho Galinha, deputado estadual atualmente preso. Ele foi condenado por crimes envolvendo armas e é investigado como suposto líder de uma organização criminosa do tipo milícia na Bahia. A decisão ocorre em meio a debates sobre a Lei da Ficha Limpa e os critérios de inelegibilidade.
A manutenção da candidatura baseia-se no fato de que Binho Galinha ainda não teve condenação transitada em julgado, ou seja, cabe recurso. No entanto, a gravidade das acusações — chefiar milícia, porte ilegal de armas e homicídio — levanta dúvidas sobre a moralidade e a legalidade de sua participação no pleito. A Justiça Eleitoral poderá ser chamada a decidir sobre o registro.
Para o cidadão comum, o caso expõe a fragilidade dos mecanismos de controle sobre candidatos com histórico criminal. A população deve ficar atenta às candidaturas e pode denunciar irregularidades ao Ministério Público Eleitoral. A decisão final sobre a elegibilidade de Binho Galinha impacta a confiança no sistema político e na representação popular.
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