Uma rede varejista centenária com 256 lojas fechou as portas após acumular dívida superior a R$ 5 bilhões. O processo de recuperação judicial terminou sem comprador, resultando na demissão de 23 mil funcionários e na liquidação de estoques e imóveis.
Uma tradicional rede varejista, com 120 anos de história e 256 lojas, encerrou suas atividades após não conseguir reverter sua crise financeira. O processo de recuperação judicial terminou sem que nenhum comprador se interessasse em manter as lojas abertas, resultando na falência da empresa. A dívida, superior a R$ 5 bilhões, e a falta de acordo com credores levaram à decisão judicial que converteu a recuperação em falência.
Com a falência, os ativos da empresa, incluindo estoques e imóveis, serão liquidados para pagar os credores. Os 23 mil funcionários serão demitidos e terão direito a verbas rescisórias, mas a prioridade de pagamento segue a ordem legal: primeiro créditos trabalhistas, depois tributários e por último os quirografários. A Justiça do Trabalho pode ser acionada para garantir o pagamento dos direitos trabalhistas.
Para o cidadão comum, o fechamento de uma grande rede pode significar perda de empregos diretos e indiretos, além de impacto na economia local. Consumidores que possuem vales-presente ou créditos na loja devem ficar atentos: esses valores podem não ser honrados, a menos que haja garantia judicial. A orientação é buscar informações no processo de falência e, se necessário, ingressar com ação para reaver o crédito.
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