Um acordo judicial suspendeu temporariamente a obrigatoriedade de entrevistas domiciliares para concessão do BPC e Bolsa Família. Agora, o atendimento presencial nos CRAS será aceito em diversos casos, facilitando o acesso aos benefícios para famílias unipessoais.
Um acordo firmado na Justiça Federal suspendeu temporariamente a exigência de entrevistas domiciliares obrigatórias para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e do Bolsa Família. A medida, que vale para todo o Brasil, permite que o atendimento presencial nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) substitua as visitas domiciliares em diversos casos, especialmente para famílias unipessoais.
A decisão foi motivada por ações judiciais que apontavam dificuldades de acesso, principalmente para pessoas que moram sozinhas e enfrentam obstáculos para receber os agentes em casa. Com a suspensão, o INSS e o Ministério do Desenvolvimento Social devem priorizar o atendimento presencial nos CRAS, desde que o beneficiário comprove a impossibilidade de receber a visita. A medida é temporária e vale até que novas regras sejam definidas.
Para o cidadão comum, a mudança significa mais facilidade para solicitar ou manter o BPC e o Bolsa Família. Quem mora sozinho ou em áreas de difícil acesso não precisará mais aguardar a visita do assistente social em casa, podendo resolver tudo no CRAS mais próximo. Isso reduz filas e agiliza a concessão dos benefícios, garantindo o direito à assistência social de forma mais rápida e menos burocrática.
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