O presidente Lula vetou a substituição do símbolo de acessibilidade pelo modelo proposto pela ONU, que destacava a autonomia de pessoas com deficiência. A decisão foi motivada pela falta de consulta ao setor, mas novas regras ampliam os locais onde a sinalização é obrigatória.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a troca do símbolo de acessibilidade no Brasil pelo modelo adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que enfatiza a autonomia de pessoas com deficiência (PCDs). O veto ocorreu porque o governo considerou que não houve consulta adequada ao setor antes da proposta. Com isso, o desenho atual, que representa uma pessoa em cadeira de rodas, continua sendo o oficial no país.
Apesar do veto, Lula sancionou outras regras que ampliam os locais onde a sinalização de acessibilidade é obrigatória. Agora, estabelecimentos públicos e privados de grande circulação, como shoppings, hospitais e escolas, devem incluir o símbolo em vagas de estacionamento, banheiros e rotas acessíveis. A medida busca garantir mais clareza e padronização, embora mantenha o desenho antigo.
Para o cidadão, a notícia significa que a sinalização de acessibilidade continuará sendo a mesma, mas em mais lugares. Pessoas com deficiência podem esperar maior facilidade para identificar espaços adaptados, enquanto estabelecimentos precisam se adequar às novas regras de sinalização obrigatória, sob pena de multas.
Se você é pessoa com deficiência ou gestor de um estabelecimento:
Veja guias práticos de Geral para situações reais.
Tem uma situação que não encontrou aqui? Quer sugerir um guia ou dar feedback? Adoramos ouvir.
Este site usa cookies para análise de visitas. As informações publicadas têm finalidade exclusivamente informativa e não constituem consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registado na OAB para seu caso específico.
Digite para buscar entre 32 situações jurídicas