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Crise no varejo: Casas Bahia e Marabraz pedem recuperação judicial em 2026

Quase mil varejistas, incluindo grandes redes como Casas Bahia e Marabraz, entraram com pedido de recuperação judicial no primeiro semestre de 2026. O motivo principal são os juros altos e a queda nas vendas, que comprometeram o caixa das empresas. Para o consumidor, isso pode significar atrasos na entrega de produtos, dificuldade em trocar mercadorias e risco de perder garantias.

Crise no varejo: Casas Bahia e Marabraz pedem recuperação judicial em 2026

O varejo brasileiro enfrenta uma crise sem precedentes: quase mil empresas, incluindo gigantes como Casas Bahia e Marabraz, pediram recuperação judicial no primeiro semestre de 2026. O mecanismo, previsto na Lei 11.101/2005, permite que empresas em dificuldades financeiras renegociem dívidas com credores sob supervisão judicial, evitando a falência imediata. A alta taxa de juros e a retração do consumo são os principais vilões, segundo especialistas.

Na prática, a recuperação judicial congela as cobranças de dívidas por um período, enquanto a empresa apresenta um plano de reestruturação. No entanto, o processo não garante a manutenção de todos os contratos — fornecedores podem reduzir prazos, e lojas podem fechar unidades. Para o consumidor, isso significa que compras futuras podem ser afetadas, e produtos já adquiridos podem ter atrasos na entrega ou problemas na assistência técnica.

Para o cidadão comum, o impacto é direto: quem comprou na Casas Bahia ou Marabraz pode enfrentar dificuldades para trocar produtos, acionar garantias ou receber reembolsos. Além disso, a crise no varejo pode reduzir a oferta de empregos e aumentar a desconfiança no comércio. É essencial que o consumidor fique atento aos seus direitos, como o Código de Defesa do Consumidor, que garante a troca de produtos com defeito mesmo durante a recuperação judicial.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você comprou em uma loja que entrou em recuperação judicial, ou quer se proteger:

  • Guarde todos os comprovantes — notas fiscais, contratos e e-mails de confirmação são essenciais para reclamar seus direitos.
  • Exija seus direitos — mesmo em recuperação judicial, a loja deve cumprir o CDC: troca de produtos com defeito, entrega do que foi pago e reembolso em caso de cancelamento.
  • Fique atento aos prazos — se a loja atrasar a entrega ou não responder, registre reclamação no Procon e no site consumidor.gov.br.
  • Evite dar entrada em compras de alto valor — prefira pagar à vista ou com cartão de crédito, que oferece mais proteção em caso de cancelamento.
  • Acompanhe as notícias — fique informado sobre a situação da loja para agir rapidamente se necessário.
open_in_new Leia a notícia completa em gazetadopovo.com.br
#RecuperacaoJudicial#Varejo#CasasBahia#Marabraz#DireitoDoConsumidor#JurosAltos
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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