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newspaper Criminal calendar_today 04/08/2026 public ndmais.com.br visibility 34 visualizações

Homem que matou adolescente após recusa de encontro sexual é condenado a quase 37 anos de prisão em SC

Um homem foi condenado a quase 37 anos de prisão por matar a tiros uma adolescente em Criciúma, Santa Catarina, após ela recusar um encontro sexual. O crime, ocorrido em 2022, foi julgado pelo Tribunal do Júri, que reconheceu a qualificadora de feminicídio. A pena reflete a gravidade do crime e a proteção legal às mulheres.

Homem que matou adolescente após recusa de encontro sexual é condenado a quase 37 anos de prisão em SC

Um homem foi condenado a 36 anos e 11 meses de prisão pelo assassinato de uma adolescente de 16 anos, ocorrido em 2022, em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. O crime aconteceu após a vítima recusar um encontro sexual com o réu, que atirou contra ela. O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri, que reconheceu a qualificadora de feminicídio, prevista no Código Penal, por se tratar de violência doméstica e menosprezo à condição de mulher.

A decisão judicial reforça a aplicação da Lei do Feminicídio (Lei 13.104/2015), que aumentou a pena para homicídios cometidos contra mulheres por razões de gênero. O tribunal considerou que a recusa da vítima foi o estopim do crime, evidenciando o desprezo do réu pela autonomia feminina. A pena, próxima do máximo de 40 anos, demonstra a gravidade do ato e a resposta do sistema de justiça a esse tipo de violência.

Para o cidadão comum, essa condenação é um alerta sobre a importância de denunciar qualquer forma de violência contra a mulher. Casos de assédio, ameaças ou perseguição devem ser reportados às autoridades, pois podem escalar para tragédias. A decisão também mostra que o Poder Judiciário está atento a crimes motivados por machismo, e que a sociedade deve apoiar as vítimas e buscar ajuda em canais oficiais.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você ou alguém que você conhece estiver em situação de risco ou presenciar violência contra a mulher:

  • Denuncie imediatamente — Ligue 190 (Polícia Militar) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher). Em caso de emergência, não hesite.
  • Registre um boletim de ocorrência — Vá à delegacia mais próxima ou use a Delegacia Eletrônica da sua cidade. Guarde prints, mensagens ou qualquer prova.
  • Procure uma casa de acolhimento — Se houver risco iminente, busque abrigo em uma Casa da Mulher Brasileira ou em instituições de apoio à mulher vítima de violência.
  • Compartilhe com alguém de confiança — Não enfrente a situação sozinha. Amigos, familiares ou vizinhos podem ajudar a proteger você.
  • Busque orientação jurídica — Consulte a Defensoria Pública ou um advogado para entender seus direitos e medidas protetivas de urgência.
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#Feminicídio#ViolênciaContraMulher#TribunalDoJúri#Criciúma#Lei13104#DireitoCriminal
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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