As autuações por dirigir sob efeito de álcool aumentaram 52% na região de Campinas no primeiro semestre de 2026, passando de 545 para 829 casos. A maioria dos motoristas recusou o bafômetro, o que também é considerado infração. O aumento reflete maior fiscalização e a necessidade de conscientização sobre os riscos e penalidades.
O número de multas por embriaguez ao volante na região de Campinas cresceu 52% nos primeiros sete meses de 2026, segundo dados do Detran-SP. Foram 829 autuações contra 545 no mesmo período do ano anterior. A maioria dos motoristas flagrados recusou o teste do bafômetro, conduta que também é punida com multa e suspensão da CNH, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O aumento das autuações reflete uma fiscalização mais intensa, mas também evidencia a persistência de um comportamento de risco. A recusa ao bafômetro não evita a penalidade, pois o agente pode lavrar o auto de infração com base em outros indícios, como sinais de embriaguez. As consequências incluem multa de R$ 2.934,70, suspensão do direito de dirigir por 12 meses e, em casos mais graves, detenção de 6 meses a 3 anos, conforme o artigo 306 do CTB.
Para o cidadão comum, essa notícia serve de alerta: dirigir após consumir álcool é uma infração grave que coloca vidas em risco e gera sérias punições. A conscientização é essencial, pois a lei é rigorosa e a fiscalização está mais presente. Quem for flagrado pode enfrentar transtornos financeiros e administrativos, além de responder criminalmente.
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