O Procon de Minas Gerais ampliou a proibição da venda on-line de chicletes Fini cujas embalagens possuem conotação sexual. A medida visa coibir publicidade abusiva e proteger crianças e adolescentes de referências inadequadas. A decisão impacta consumidores e empresas, que devem se adequar às novas regras.
O Procon de Minas Gerais ampliou a proibição da venda on-line de chicletes da marca Fini, após identificar embalagens com conotação sexual. A medida, divulgada em agosto de 2026, baseia-se no Código de Defesa do Consumidor (CDC), que considera publicidade abusiva aquela que se aproveita da deficiência de julgamento e experiência da criança. O órgão também invoca o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para reforçar a proteção integral de menores contra exposição a conteúdo impróprio.
A decisão do Procon não se limita a lojas físicas, mas se estende a plataformas de e-commerce e marketplaces, exigindo que suspendam a oferta desses produtos. As empresas que descumprirem a determinação estão sujeitas a multas e outras sanções administrativas. A medida reflete uma tendência de maior rigor na fiscalização de publicidade dirigida ao público infantojuvenil, especialmente em ambiente digital, onde o controle é mais complexo.
Para o cidadão comum, essa ação representa uma proteção adicional aos direitos das crianças e adolescentes, evitando que sejam expostos a mensagens de natureza sexual em produtos aparentemente inofensivos. Pais e responsáveis devem ficar atentos aos produtos adquiridos on-line e denunciar qualquer irregularidade aos órgãos de defesa do consumidor. A decisão também serve de alerta para que empresas revisem suas embalagens e campanhas, garantindo conformidade com a legislação.
Se você se deparar com produtos com embalagens inadequadas ou quiser se proteger:
Veja guias práticos de Consumidor para situações reais.
Tem uma situação que não encontrou aqui? Quer sugerir um guia ou dar feedback? Adoramos ouvir.
Este site usa cookies para análise de visitas. As informações publicadas têm finalidade exclusivamente informativa e não constituem consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registado na OAB para seu caso específico.
Digite para buscar entre 32 situações jurídicas