O Congresso de Médicos de Família no Rio debateu uma nova política de saúde básica, prevista para dezembro, em meio à sobrecarga de profissionais e falta de remédios em postos. A reformulação pode impactar diretamente o acesso e a qualidade do atendimento na atenção primária.
O Congresso de Médicos de Família, realizado no Rio de Janeiro, discutiu a reformulação da política de atenção primária à saúde no Brasil. A proposta, que deve ser finalizada até dezembro, surge em um contexto de sobrecarga de profissionais e falta de medicamentos em unidades básicas de saúde. O evento contou com a participação de gestores, especialistas e representantes do Ministério da Saúde.
A nova política visa reorganizar o modelo de atendimento, priorizando a prevenção e o cuidado contínuo. Entre as mudanças esperadas estão a ampliação do horário de funcionamento das unidades, a contratação de mais médicos de família e a garantia de estoque regular de remédios essenciais. A reformulação também deve reforçar o papel da Atenção Primária como porta de entrada do sistema de saúde.
Para o cidadão comum, a reforma pode significar menos filas e maior resolutividade nos postos de saúde. A atenção primária é responsável por cerca de 80% dos problemas de saúde da população, e sua melhoria reduz a necessidade de encaminhamentos para hospitais e especialistas. A expectativa é que, com a nova política, o acesso a consultas, exames e medicamentos se torne mais ágil e eficiente.
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