Onze anos após a criação do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015), pessoas com deficiência ainda enfrentam obstáculos para garantir acessibilidade e participação social. A lei estabeleceu normas importantes, mas a implementação prática continua desafiadora.
Em 2015, foi sancionada a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), que definiu direitos fundamentais como acessibilidade, educação inclusiva e atendimento prioritário. No entanto, passados 11 anos, relatos indicam que muitas dessas garantias ainda não se concretizam plenamente, especialmente em áreas como transporte, saúde e mercado de trabalho.
A lei prevê, por exemplo, que edifícios públicos e privados de uso coletivo devem ser acessíveis, mas fiscalização insuficiente e prazos não cumpridos geram multas e ações judiciais. Além disso, o direito à acomodação razoável no trabalho e na escola ainda é frequentemente ignorado, levando a discriminação e exclusão.
Para o cidadão comum, isso significa que, apesar de a lei existir, é preciso cobrar ativamente seus direitos. A falta de acessibilidade afeta diretamente a mobilidade, o acesso a serviços essenciais e a participação social. Conhecer a lei e denunciar violações são passos importantes para pressionar o poder público e empresas a cumprirem as normas.
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