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Cresce 125% o número de grupos reflexivos para homens autores de violência doméstica

O número de grupos reflexivos para homens autores de violência doméstica aumentou 125% no Brasil. Esses programas visam reduzir a reincidência discutindo machismo e comportamentos abusivos. A iniciativa impacta diretamente a prevenção da violência contra a mulher.

Cresce 125% o número de grupos reflexivos para homens autores de violência doméstica

O Brasil registrou um aumento de 125% no número de grupos reflexivos voltados a homens autores de violência doméstica. Esses programas, previstos na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), reúnem agressores para discutir temas como machismo, relações de poder e comportamentos abusivos, com o objetivo de reduzir a reincidência. A expansão reflete uma maior conscientização sobre a necessidade de responsabilizar e reeducar os agressores.

Os grupos reflexivos funcionam como medida judicial alternativa ou complementar à pena. Neles, os participantes são incentivados a refletir sobre suas atitudes e a desconstruir padrões de violência. Estudos indicam que a participação nesses grupos pode reduzir em até 50% a reincidência em casos de violência doméstica. A iniciativa é coordenada por equipes multidisciplinares, incluindo psicólogos e assistentes sociais.

Para o cidadão comum, o crescimento desses grupos representa um avanço na proteção das mulheres. A medida não apenas pune, mas busca transformar o comportamento do agressor, prevenindo novos episódios de violência. Se você conhece alguém em situação de violência doméstica, saiba que existem mecanismos legais e programas de apoio que podem ajudar a quebrar o ciclo de agressão.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:

  • Denuncie a violência — Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou vá a uma delegacia da mulher. O sigilo é garantido.
  • Solicite medidas protetivas — Na delegacia ou no Ministério Público, peça medidas como afastamento do agressor do lar.
  • Busque apoio psicológico e jurídico — Procure o Centro de Referência da Mulher (CRM) ou a Defensoria Pública da sua cidade.
  • Incentive o agressor a participar de grupos reflexivos — Se houver possibilidade de diálogo, sugira que ele busque ajuda em programas de reeducação.
  • Mantenha uma rede de apoio — Conte com familiares, amigos ou vizinhos de confiança para suporte emocional e prático.
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#LeiMariaDaPenha#ViolenciaDomestica#GruposReflexivos#Reincidencia#DireitoCriminal#ProtecaoMulher
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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