O divórcio entre pessoas com mais de 50 anos tem crescido no Brasil. A notícia aborda como ficam os investimentos, o financiamento imobiliário e a partilha de bens nesses casos, além das regras previstas para 2026.
O número de divórcios entre pessoas com mais de 50 anos tem aumentado significativamente no Brasil. Esse fenômeno, conhecido como “divórcio prateado”, envolve questões específicas como a partilha de bens adquiridos ao longo de décadas de casamento, incluindo imóveis financiados e investimentos. A legislação brasileira, especialmente o Código Civil e a Lei do Divórcio, estabelece regras para a divisão do patrimônio, que podem variar conforme o regime de bens escolhido.
No caso de financiamento imobiliário, o imóvel financiado durante o casamento entra na partilha, e o cônjuge que ficar com o bem assume a dívida, podendo ser necessário renegociar o contrato com o banco. Já os investimentos, como ações e fundos, também são divididos, salvo se forem considerados bens particulares. A partir de 2026, novas regras podem simplificar o processo de divórcio extrajudicial, mas é importante consultar um advogado para entender as particularidades de cada caso.
Para o cidadão comum, isso significa que o planejamento financeiro e a escolha do regime de bens são cruciais, especialmente após os 50 anos. Quem está pensando em se divorciar deve buscar orientação jurídica para evitar surpresas na partilha de bens e na divisão de dívidas, como o financiamento imobiliário.
Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:
Veja guias práticos de Família para situações reais.
Tem uma situação que não encontrou aqui? Quer sugerir um guia ou dar feedback? Adoramos ouvir.
Este site usa cookies para análise de visitas. As informações publicadas têm finalidade exclusivamente informativa e não constituem consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registado na OAB para seu caso específico.
Digite para buscar entre 32 situações jurídicas