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Homem que matou a ex-esposa na frente das filhas em Jaguapitã é condenado a 52 anos

Um homem foi condenado a 52 anos e seis meses de prisão pelo feminicídio de sua ex-companheira, crime cometido na frente das filhas do casal em Jaguapitã (PR). A decisão foi do Tribunal do Júri, com base na denúncia do Ministério Público do Paraná. A pena elevada reflete a gravidade do crime e a proteção legal às mulheres vítimas de violência doméstica.

Homem que matou a ex-esposa na frente das filhas em Jaguapitã é condenado a 52 anos

O Tribunal do Júri de Jaguapitã condenou, nesta segunda-feira (20), um homem de 35 anos a 52 anos e seis meses de reclusão pelo feminicídio de sua ex-companheira. O crime ocorreu na frente das filhas do casal, o que agravou a pena. O Ministério Público do Paraná (MPPR) foi responsável pela denúncia, que destacou a violência doméstica e o contexto de gênero.

A condenação baseou-se na Lei do Feminicídio (Lei 13.104/2015), que considera o assassinato de mulheres por razões de gênero como crime hediondo. A pena foi elevada devido à presença das filhas, configurando motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. O réu também perdeu o poder familiar sobre as crianças.

Para o cidadão comum, essa decisão reforça a importância de denunciar casos de violência doméstica. A Lei Maria da Penha oferece mecanismos de proteção, como medidas protetivas de urgência. A condenação exemplar mostra que o sistema judicial pode punir severamente agressores, incentivando vítimas a buscarem ajuda.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:

  • Denuncie imediatamente — Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou vá a uma delegacia da mulher. Não espere a violência escalar.
  • Solicite medidas protetivas — Na delegacia ou defensoria pública, peça afastamento do agressor do lar e proibição de aproximação. A lei garante esse direito.
  • Busque apoio de redes de acolhimento — Casas abrigo, centros de referência da mulher e ONGs podem oferecer abrigo temporário e orientação jurídica gratuita.
  • Registre provas — Guarde mensagens, fotos de lesões, testemunhas e boletins de ocorrência anteriores. Isso fortalece seu caso na Justiça.
  • Informe pessoas de confiança — Conte para familiares, amigos ou vizinhos sobre a situação. Eles podem ajudar em emergências e testemunhar se necessário.
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#Feminicídio#LeiMariaDaPenha#TribunalDoJúri#ViolênciaDoméstica#DireitoPenal#MPPR
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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