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newspaper Criminal calendar_today 30/07/2026 public acordacidade.com.br visibility 1 visualizações

Júri condena acusado de matar ex-companheira por ciúme em Ipiaú a 23 anos de prisão

Um homem foi condenado a 23 anos de prisão pelo assassinato de sua ex-companheira, motivado por ciúmes. O júri reconheceu que o crime foi cometido com recurso que dificultou a defesa da vítima, o que pode agravar a pena em casos de feminicídio.

Júri condena acusado de matar ex-companheira por ciúme em Ipiaú a 23 anos de prisão

O Tribunal do Júri de Ipiaú, na Bahia, condenou um homem a 23 anos de reclusão pelo homicídio de sua ex-companheira, ocorrido em 2022. O crime foi motivado por ciúmes, e os jurados reconheceram a materialidade e a autoria, além do emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima, uma qualificadora que pode aumentar a pena. O caso se enquadra na Lei do Feminicídio (Lei 13.104/2015), que prevê penas mais severas para homicídios cometidos contra mulheres por razões de gênero.

A decisão do júri reforça a importância da qualificadora de recurso que dificultou a defesa, que ocorre quando o agressor surpreende a vítima ou usa de meios que a impedem de se defender. No Brasil, o feminicídio é crime hediondo, com pena de 12 a 30 anos de reclusão. A condenação a 23 anos demonstra a gravidade do ato e a tendência do Judiciário de punir com rigor a violência doméstica e o feminicídio.

Para o cidadão comum, essa notícia destaca a importância de denunciar casos de violência doméstica e buscar medidas protetivas. A condenação mostra que o sistema de justiça está atento a crimes passionais e que a sociedade não tolera mais o assassinato de mulheres por ciúmes. É fundamental que vítimas de ameaças ou agressões procurem a Delegacia da Mulher ou liguem para o 180 (Central de Atendimento à Mulher).

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:

  • Denuncie imediatamente — Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou vá à Delegacia da Mulher mais próxima. Não espere a violência escalar.
  • Solicite medidas protetivas — Na delegacia, peça medidas como afastamento do agressor, proibição de contato e monitoramento eletrônico. A lei garante esse direito.
  • Mantenha um registro de provas — Guarde mensagens, fotos, áudios e testemunhas que comprovem ameaças ou agressões. Isso fortalece seu caso na Justiça.
  • Busque apoio de redes de acolhimento — Procure centros de referência da mulher, ONGs ou serviços de assistência social da sua cidade. Você não está sozinha.
  • Informe pessoas de confiança — Conte para familiares, amigos ou vizinhos sobre a situação. Eles podem ajudar em emergências e testemunhar se necessário.
open_in_new Leia a notícia completa em acordacidade.com.br
#Feminicídio#ViolênciaDoméstica#Júri#Condenação#LeiMariaDaPenha#DireitoCriminal
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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