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newspaper Civil calendar_today 27/07/2026 public stj.jus.br visibility 2 visualizações

STJ consolida interpretação da Lei Maria da Penha em 15 anos de jurisprudência

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revisou 15 anos de decisões sobre a Lei Maria da Penha, reforçando a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica. A consolidação da jurisprudência amplia o alcance da lei e facilita a aplicação de medidas protetivas. Para o cidadão, isso significa mais segurança jurídica e acesso à justiça.

STJ consolida interpretação da Lei Maria da Penha em 15 anos de jurisprudência

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) divulgou um balanço dos 15 anos da Lei Maria da Penha, destacando as principais interpretações que fortaleceram o combate à violência de gênero no Brasil. A corte consolidou entendimentos que ampliam a proteção às vítimas, como a possibilidade de medidas protetivas de urgência independentemente de inquérito policial ou ação penal.

Entre as decisões mais relevantes, o STJ firmou que a lei se aplica a relações homoafetivas e a violência psicológica, além de permitir a prisão preventiva do agressor mesmo sem flagrante. A corte também reafirmou que a mulher não precisa representar criminalmente para que o agressor seja processado, bastando a denúncia do Ministério Público.

Para o cidadão comum, essa jurisprudência significa que a Lei Maria da Penha é uma ferramenta cada vez mais eficaz. Mulheres em situação de violência podem buscar a justiça com mais confiança, sabendo que as medidas protetivas serão aplicadas de forma célere e que o agressor será responsabilizado, mesmo sem testemunhas ou provas materiais imediatas.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:

  • Denuncie imediatamente — Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou vá à delegacia da mulher mais próxima. Não espere a violência se agravar.
  • Solicite medidas protetivas — Na delegacia ou no Ministério Público, peça medidas como afastamento do agressor, proibição de contato e monitoramento eletrônico. Você não precisa de advogado para isso.
  • Reúna provas — Guarde mensagens, áudios, fotos de lesões e registros de ameaças. Eles podem ser usados no processo mesmo sem testemunhas.
  • Busque apoio — Procure a Defensoria Pública ou um advogado especializado. Existem também abrigos e centros de acolhimento para mulheres em risco.
open_in_new Leia a notícia completa em stj.jus.br
#STJ#LeiMariaDaPenha#ViolenciaDomestica#DireitoDaMulher#Jurisprudencia#MedidasProtetivas
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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