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newspaper Criminal calendar_today 16/08/2026 public g1.globo.com visibility 14 visualizações

Ex-vereador é condenado a 41 anos de prisão por encomendar a morte de técnica de enfermagem no TO

A Justiça do Tocantins condenou o ex-vereador Genivaldo Mendes a 41 anos de prisão por encomendar a morte de uma técnica de enfermagem, que era companheira de sua ex-mulher. O crime foi motivado pela não aceitação do relacionamento homoafetivo entre elas. A decisão reforça o combate ao feminicídio e à violência por preconceito.

Ex-vereador é condenado a 41 anos de prisão por encomendar a morte de técnica de enfermagem no TO

O ex-vereador Genivaldo Mendes foi condenado a 41 anos de prisão pelo assassinato de uma técnica de enfermagem em Tocantins. Segundo a Justiça, ele não aceitava o relacionamento homoafetivo que sua ex-companheira mantinha com a vítima, o que motivou o crime. O caso foi tratado como feminicídio, pois a vítima era mulher e o crime envolvia violência de gênero e discriminação.

A condenação ocorreu em agosto de 2026, e o réu também foi sentenciado por homicídio qualificado e motivo torpe. A decisão judicial destaca que o crime foi premeditado, com o ex-vereador encomendando a execução. A Justiça também considerou a orientação sexual da vítima como fator agravante, reforçando a proteção legal contra a discriminação.

Para o cidadão comum, essa decisão é um alerta sobre a gravidade do feminicídio e da violência motivada por preconceito. Ela mostra que o sistema judiciário está atento a crimes de ódio e que a lei pode punir severamente quem comete tais atos. Além disso, reforça a importância de denunciar qualquer forma de violência ou ameaça, especialmente em casos de relacionamentos abusivos ou de discriminação.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:

  • Denuncie qualquer ameaça ou violência — Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 190 em emergências. Sua denúncia pode salvar vidas.
  • Busque apoio de organizações de proteção — Procure a Delegacia da Mulher ou ONGs que apoiam vítimas de violência doméstica e LGBTQIA+.
  • Mantenha registros de ameaças — Guarde mensagens, áudios ou testemunhas que comprovem o risco. Isso ajuda na investigação.
  • Informe-se sobre medidas protetivas — Se você se sentir em perigo, peça uma medida protetiva na Justiça. Ela pode afastar o agressor.
  • Compartilhe sua situação com pessoas de confiança — Não se isole. Amigos e familiares podem oferecer suporte e ajudar a planejar sua segurança.
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#feminicidio#homicidio#LGBTQIA+#Tocantins#condenacao#violencia
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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