A Justiça de São Paulo manteve a decisão que retirou a guarda do filho de Karina Kufa, casada com Thiago Brennand, preso desde 2023. O Ministério Público se manifestou contra a decisão. O caso envolve a avaliação de risco à criança em razão da condenação do padrasto.
A Justiça de São Paulo manteve a decisão que retirou a guarda do filho de Karina Kufa, advogada e esposa de Thiago Brennand, empresário preso desde 2023 por crimes como estupro e ameaça. A decisão foi baseada no princípio do melhor interesse da criança, que prioriza a proteção do menor em situações de risco. O Ministério Público, no entanto, manifestou-se contra a medida, argumentando falta de provas de que o convívio com a mãe e o padrasto represente perigo ao menino.
O caso envolve a aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina que a guarda pode ser revista quando há indícios de risco à integridade física ou psicológica da criança. A defesa de Karina Kufa alega que a decisão é baseada apenas na condenação de Brennand, sem vínculo direto com o menor. A Justiça entendeu que a presença do padrasto condenado por crimes graves configura ambiente potencialmente nocivo, mesmo sem contato direto comprovado.
Para o cidadão comum, essa decisão reforça que a Justiça pode intervir na guarda de crianças quando há suspeita de risco, mesmo que indireto. Pais ou responsáveis que convivem com pessoas condenadas por crimes violentos podem ter a guarda questionada. É importante lembrar que cada caso é analisado individualmente, e o foco é sempre a proteção da criança.
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