Uma jovem busca na Justiça retirar o nome da mãe de seus documentos, alegando abusos e agressões. A mãe nega as acusações e diz que a filha inventou histórias. O caso envolve questões de direito de família e proteção de menores.
O caso de uma jovem que tenta retirar o nome da mãe de seus documentos, como certidão de nascimento, ganhou repercussão nacional. A mãe, Patrícia Duque, nega as acusações de agressão e conivência com abusos sexuais feitas pela filha. A ação judicial envolve o direito de família e a possibilidade de destituição do poder familiar, medida extrema que pode ser aplicada quando há risco à integridade do menor.
Para que a Justiça autorize a retirada do nome da mãe, é necessário comprovar abandono afetivo ou violência doméstica grave. A jovem alega ter sofrido abusos desde a infância, enquanto a mãe afirma que as histórias são inventadas. O caso está sob análise do Juizado da Infância e Juventude, que pode determinar estudos psicossociais e oitiva de testemunhas.
Para o cidadão comum, este caso mostra que o direito de família protege crianças e adolescentes contra abusos, mas também garante o contraditório aos pais. A destituição do poder familiar é uma medida excepcional, aplicada apenas quando o convívio familiar representa perigo. A decisão final dependerá das provas apresentadas e do parecer do Ministério Público.
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