Beneficiários do INSS, como aposentados e pensionistas, estão sendo alvo de fraudes em empréstimos consignados, causando prejuízos bilionários. Criminosos usam dados pessoais para contratar empréstimos sem autorização. É essencial que os beneficiários monitorem seus extratos e adotem medidas de segurança.
Em 2026, as fraudes em empréstimos consignados do INSS se intensificaram, atingindo principalmente aposentados e pensionistas. Grupos criminosos utilizam dados pessoais obtidos ilegalmente para contratar empréstimos sem o conhecimento do beneficiário, gerando descontos indevidos nos benefícios. Essa prática configura estelionato e furto de dados pessoais, crimes previstos no Código Penal, e tem causado prejuízos bilionários aos cofres públicos e aos segurados.
As fraudes ocorrem, muitas vezes, por meio de golpes de engenharia social, como ligações falsas ou mensagens de texto que induzem o beneficiário a fornecer senhas e dados bancários. Além disso, há casos de alteração de cadastro no sistema do INSS, permitindo que o criminoso realize a operação sem o consentimento da vítima. A legislação, como a Lei 13.709/2018 (LGPD), impõe às instituições financeiras o dever de proteger os dados dos clientes, e o INSS tem responsabilidade de fiscalizar as operações.
Para o cidadão comum, essa fraude significa que seu benefício pode ser reduzido sem aviso, comprometendo o orçamento familiar. Além disso, a vítima pode enfrentar dificuldades para provar que não contratou o empréstimo, exigindo abertura de boletim de ocorrência e contato com o banco e o INSS. É fundamental que aposentados e pensionistas fiquem atentos a qualquer desconto inesperado e adotem medidas preventivas para evitar prejuízos.
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