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newspaper STF/STJ calendar_today 04/08/2026 public www1.folha.uol.com.br visibility 1 visualizações

Ministros do STJ consideram contrariar STF e punir colega acusado de assédio com aposentadoria

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) discute punir um de seus ministros, Marco Buzzi, acusado de assédio, com aposentadoria compulsória, contrariando entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). O MPF argumenta que a decisão do STF, que prevê perda de cargo em casos de infração grave, não se aplica a este caso. A situação gera debate sobre a aplicação de penalidades a magistrados e a independência entre os tribunais.

Ministros do STJ consideram contrariar STF e punir colega acusado de assédio com aposentadoria

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) está avaliando punir o ministro Marco Buzzi, acusado de assédio, com aposentadoria compulsória. A medida contraria o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que em decisão recente estabeleceu a perda de cargo como pena para infrações graves cometidas por magistrados. O Ministério Público Federal (MPF) sustenta que essa decisão do STF não se aplica ao caso de Buzzi, pois o processo contra ele tramita no STJ e envolve questões específicas.

O caso levanta importantes questões jurídicas sobre a independência entre os tribunais e a aplicação de sanções disciplinares a membros do Judiciário. A aposentadoria compulsória, que garante ao magistrado a manutenção de seus vencimentos, é vista por alguns como uma punição mais branda do que a perda do cargo. A discussão no STJ pode criar um precedente sobre como casos de assédio e outras infrações graves serão tratados no futuro, especialmente quando envolvem membros da própria corte.

Para o cidadão comum, essa disputa entre tribunais pode parecer distante, mas tem impacto direto na confiança no sistema judiciário. A forma como os próprios juízes são responsabilizados por suas condutas reflete a seriedade das instituições. Se um ministro acusado de assédio não sofrer as mesmas consequências que um cidadão comum, isso pode gerar sensação de impunidade e enfraquecer a credibilidade da Justiça. Acompanhar esse julgamento é importante para entender como o Judiciário se autorregula e garante a ética de seus membros.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você se sentir assediado ou presenciar conduta inadequada de um magistrado:

  • Registre a ocorrência — Formalize a denúncia no órgão competente, como a corregedoria do tribunal ou o Ministério Público, com o máximo de detalhes e provas.
  • Busque apoio jurídico — Consulte um advogado para orientar sobre os procedimentos legais e garantir que seus direitos sejam respeitados.
  • Procure canais de denúncia — Utilize os canais oficiais de denúncia, como a Ouvidoria do CNJ, para relatar irregularidades de magistrados.
  • Informe-se sobre seus direitos — Conheça a legislação sobre assédio e as normas disciplinares do Judiciário para saber como agir.
  • Compartilhe a informação — Divulgue casos de assédio para aumentar a conscientização e pressionar por punições adequadas.
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#STJ#STF#Assedio#Magistrados#AposentadoriaCompulsoria#Justiça
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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