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newspaper STF/STJ calendar_today 04/08/2026 public brasildefato.com.br visibility 1 visualizações

STJ julga processo disciplinar contra ministro afastado Marco Buzzi por assédio sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decide esta semana o futuro do ministro afastado Marco Buzzi, acusado de assédio e importunação sexual. O julgamento pode resultar em punição, como aposentadoria compulsória ou cassação do cargo, e ocorre em meio a divergências com o STF sobre o rito processual.

STJ julga processo disciplinar contra ministro afastado Marco Buzzi por assédio sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga nesta semana o processo administrativo disciplinar contra o ministro afastado Marco Buzzi, acusado de assédio sexual e importunação sexual. O caso ganhou repercussão nacional e levanta questões sobre a responsabilização de magistrados por condutas inadequadas. A decisão pode resultar em penalidades que vão desde a aposentadoria compulsória até a cassação do mandato, dependendo da gravidade das provas apresentadas.

O julgamento ocorre em meio a uma divergência entre o STJ e o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o rito a ser seguido. Enquanto o STJ entende que tem competência para julgar o caso, o STF pode ter posição diferente, o que pode gerar nulidades processuais ou atrasos na decisão. Essa disputa jurídica evidencia a complexidade de se julgar membros do próprio Judiciário e a necessidade de garantir um processo justo e transparente.

Para o cidadão comum, essa notícia é relevante porque reforça a importância da responsabilização de autoridades e do combate ao assédio em qualquer ambiente, inclusive no serviço público. A decisão do STJ pode estabelecer precedentes sobre como casos de assédio sexual são tratados no Judiciário, influenciando futuras denúncias e a confiança da população na justiça. Além disso, mostra que ninguém está acima da lei, e que vítimas de assédio podem buscar reparação.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:

  • Denuncie — Se você sofrer assédio sexual, procure imediatamente a ouvidoria do órgão ou a corregedoria competente. Guarde provas, como mensagens, e-mails ou testemunhas.
  • Busque apoio — Procure ajuda de um advogado ou da Defensoria Pública para orientar sobre os procedimentos legais e garantir seus direitos.
  • Registre boletim de ocorrência — Em casos de importunação sexual, registre um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima ou pela internet, para formalizar a denúncia.
  • Conheça seus direitos — Informe-se sobre a Lei 13.718/2018, que tipifica o crime de importunação sexual, e sobre os canais de denúncia disponíveis no seu estado.
open_in_new Leia a notícia completa em brasildefato.com.br
#STJ#MarcoBuzzi#AssédioSexual#ImportunaçãoSexual#ProcessoDisciplinar#Magistratura
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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