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newspaper STF/STJ calendar_today 06/08/2026 public cnnbrasil.com.br visibility 2 visualizações

STJ condena ministro Marco Buzzi à perda do cargo por assédio sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu pela perda do cargo do ministro Marco Buzzi, acusado de assédio sexual por duas mulheres. A decisão ainda precisa ser confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e Buzzi continuará recebendo salário até lá. O caso reforça a importância de denunciar assédio e a responsabilização de autoridades.

STJ condena ministro Marco Buzzi à perda do cargo por assédio sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em votação histórica, pela perda do cargo do ministro Marco Buzzi, acusado de assédio sexual por duas mulheres. A decisão, tomada pelo órgão especial do tribunal, ainda depende de confirmação pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e Buzzi continuará recebendo remuneração até que isso ocorra. O caso ganhou repercussão nacional e levanta debates sobre a conduta de autoridades no Judiciário.

Juridicamente, a decisão do STJ baseia-se na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), que prevê a perda do cargo para magistrados que pratiquem conduta incompatível com a dignidade da função. O processo administrativo disciplinar (PAD) apontou provas suficientes de que Buzzi teria assediado as vítimas, mas a defesa alega falta de provas e promete recorrer. Enquanto o STF não julga o recurso, Buzzi permanece no cargo, mas afastado das funções, o que gera críticas sobre a morosidade da Justiça.

Para o cidadão comum, essa decisão é um marco no combate ao assédio sexual, mostrando que mesmo autoridades de alto escalão podem ser responsabilizadas. Ela reforça a importância de denunciar qualquer forma de assédio, seja no trabalho, em espaços públicos ou em instituições. Além disso, o caso evidencia a necessidade de se cobrar transparência e agilidade nos processos disciplinares contra magistrados, para que a confiança no Judiciário seja mantida.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:

  • Denuncie imediatamente — Registre um boletim de ocorrência ou procure a ouvidoria da instituição onde ocorreu o assédio. Guarde provas como mensagens, áudios ou testemunhas.
  • Busque apoio jurídico — Consulte um advogado ou a Defensoria Pública para entender seus direitos e as medidas legais cabíveis, como ação criminal e indenização por danos morais.
  • Procure acolhimento psicológico — Assédio pode causar traumas. Procure apoio de profissionais de saúde mental ou de grupos de apoio a vítimas.
  • Divulgue com cuidado — Se decidir expor o caso publicamente, faça de forma estratégica, com orientação jurídica, para evitar riscos legais.
  • Acompanhe o caso — Fique atento aos desdobramentos e participe de movimentos que cobram justiça, como campanhas de conscientização.
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#STJ#MarcoBuzzi#AssedioSexual#PerdaDeCargo#Judiciario#DireitosDaMulher
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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