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newspaper Família calendar_today 22/07/2026 public stj.jus.br visibility 1 visualizações

Guarda compartilhada negada quando pais não conseguem dialogar

O STJ negou a guarda compartilhada de um menor porque os pais não conseguem chegar a um acordo sobre questões básicas. A decisão reforça que o modelo exige cooperação mínima entre os genitores, priorizando o bem-estar da criança.

Guarda compartilhada negada quando pais não conseguem dialogar

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de guarda compartilhada de um menor, pois os pais demonstravam total incapacidade de diálogo e acordo sobre a vida do filho. O relator destacou que, embora a guarda compartilhada seja a regra no Brasil desde 2014, ela exige mínima cooperação entre os genitores para funcionar na prática.

No caso analisado, os pais não conseguiam decidir nem mesmo questões rotineiras, como escola e saúde, priorizando interesses pessoais. O STJ entendeu que, nessas condições, a guarda compartilhada seria prejudicial à criança, mantendo a guarda unilateral com a mãe e visitas ao pai. A decisão reafirma que o interesse do menor é o principal critério, acima da preferência legal pelo modelo compartilhado.

Para o cidadão comum, a notícia mostra que a guarda compartilhada não é automática: ela depende da capacidade dos pais de dialogar e colocar o filho em primeiro lugar. Pais que vivem em conflito intenso podem ter o pedido negado, sendo essencial buscar mediação ou apoio psicológico antes de pleitear esse modelo na Justiça.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você está em processo de separação ou deseja a guarda compartilhada:

  • Busque mediação familiar — antes de ir ao juiz, tente um mediador para alinhar regras básicas sobre escola, saúde e convivência.
  • Documente a comunicação — mantenha registros de conversas (e-mails, mensagens) que mostrem tentativas de acordo ou recusas de diálogo.
  • Priorize o bem-estar da criança — evite discussões na frente dos filhos e demonstre disposição para cooperar, mesmo que haja mágoas.
  • Consulte um advogado especializado — um profissional pode orientar sobre a melhor estratégia e os requisitos legais para a guarda compartilhada.
  • Considere apoio psicológico — terapia individual ou em casal pode ajudar a reduzir conflitos e melhorar a comunicação entre os pais.
open_in_new Leia a notícia completa em stj.jus.br
#STJ#GuardaCompartilhada#DireitoDeFamilia#ConflitoParental#InteresseDoMenor
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

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