ViaDireito
Produtos & Serviços
Defenda-se Defenda-se Guia digital Curso OAB 1ª fase Curso OAB 1ª fase Curso online
admin_panel_settings
Sistema de gestão Em breve
language
Criação de site Em breve
search
newspaper STF/STJ calendar_today 31/07/2026 public odia.ig.com.br visibility 2 visualizações

STJ rejeita adiamento e mantém julgamento de ministro acusado de assédio sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de adiamento e manterá o julgamento do ministro Marco Buzzi, investigado por supostos episódios de importunação e assédio sexual. A decisão reforça a responsabilidade de autoridades perante a lei.

STJ rejeita adiamento e mantém julgamento de ministro acusado de assédio sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido de adiamento do julgamento do ministro Marco Buzzi, que é investigado por supostos episódios de importunação sexual e assédio sexual. O caso tramita sob sigilo e envolve acusações de condutas inadequadas no ambiente de trabalho. A decisão de manter o julgamento demonstra que o tribunal não aceitou os argumentos da defesa para postergar a análise das provas e testemunhas.

O julgamento de um ministro do STJ por crimes sexuais é um evento raro e de grande repercussão. A Lei de Importunação Sexual (art. 215-A do Código Penal) e a Lei de Assédio Sexual (art. 216-A) preveem penas que podem incluir detenção e multa. A manutenção do julgamento sinaliza que o STJ não tolera condutas abusivas, mesmo entre seus próprios membros, e que o princípio da responsabilidade penal se aplica a todos.

Para o cidadão comum, essa decisão reforça que ninguém está acima da lei, inclusive autoridades do Judiciário. Mostra que denúncias de assédio e importunação sexual podem ser levadas a sério e investigadas, independentemente do cargo do acusado. Além disso, incentiva vítimas a denunciarem, sabendo que o sistema judicial pode agir com imparcialidade.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você estiver numa situação parecida ou quiser se proteger:

  • Denuncie imediatamente — Registre um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima ou pela internet (Delegacia Online). Guarde provas como mensagens, áudios ou testemunhas.
  • Busque apoio jurídico — Procure a Defensoria Pública ou um advogado especializado em direitos das mulheres ou direito criminal. Existem também canais como o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).
  • Conheça seus direitos — A importunação sexual (art. 215-A) e o assédio sexual (art. 216-A) são crimes. Você pode pedir medidas protetivas e indenização por danos morais.
  • Não se cale — Converse com pessoas de confiança e, se possível, registre a ocorrência no Ministério Público ou na ouvidoria do órgão onde o fato ocorreu.
open_in_new Leia a notícia completa em odia.ig.com.br
#STJ#MarcoBuzzi#AssedioSexual#ImportunacaoSexual#DireitoPenal#ResponsabilidadePenal
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

Entenda seus direitos na prática

Veja guias práticos de STF/STJ para situações reais.

menu_book Ver guias de STF/STJ newspaper Mais notícias

Dúvidas ou sugestões?

Tem uma situação que não encontrou aqui? Quer sugerir um guia ou dar feedback? Adoramos ouvir.

location_on Brasil
schedule Respondemos em até 48 horas
shield Conteúdo 100% informativo e gratuito
business Para advogados: cadastre seu escritório