ViaDireito
Produtos & Serviços
Defenda-se Defenda-se Guia digital Curso OAB 1ª fase Curso OAB 1ª fase Curso online
admin_panel_settings
Sistema de gestão Em breve
language
Criação de site Em breve
search
newspaper Geral calendar_today 07/08/2026 public brasildefato.com.br visibility 7 visualizações

Projetos para alterar Lei Maria da Penha podem piorar proteção às mulheres

Entre junho de 2025 e junho de 2026, foram apresentados 89 projetos de lei que propõem alterações na Lei Maria da Penha, alguns dos quais podem enfraquecer a proteção às mulheres. Especialistas alertam que mudanças como a exigência de testemunhas para medidas protetivas ou a redução de prazos podem dificultar o acesso à justiça. A lei completa 20 anos em 2026, e a discussão sobre seu aperfeiçoamento é crucial para garantir a segurança das vítimas.

Projetos para alterar Lei Maria da Penha podem piorar proteção às mulheres

No aniversário de duas décadas da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), o Congresso Nacional analisa 89 propostas de alteração, apresentadas entre junho de 2025 e junho de 2026. Algumas dessas propostas, segundo especialistas, podem enfraquecer a proteção às mulheres, como a que exige testemunhas para a concessão de medidas protetivas de urgência, o que contraria a natureza cautelar da lei, que visa agir rapidamente para prevenir a violência.

Outras mudanças propostas incluem a redução do prazo para renovação das medidas protetivas e a criação de mecanismos de mediação em casos de violência doméstica, o que é criticado por especialistas, pois a violência doméstica envolve relação de poder e não deve ser tratada como simples conflito. A Comissão de Constituição e Justiça já aprovou um parecer favorável a um dos projetos, o que acende o alerta para a necessidade de mobilização social.

Para a cidadã comum, isso significa que a lei que garante sua segurança pode ser alterada de forma a dificultar o acesso à justiça. Se uma mulher precisar de uma medida protetiva, poderá enfrentar mais burocracia e demora, aumentando o risco de novas agressões. É fundamental que a sociedade acompanhe essas discussões e cobre dos parlamentares a manutenção do espírito protetivo da lei, que é referência mundial no combate à violência doméstica.

tips_and_updates O que fazer se isso acontecer com você?

Se você se preocupa com a proteção às mulheres e quer agir:

  • Acompanhe os projetos de lei — Acesse o site da Câmara dos Deputados e do Senado, pesquise por "Lei Maria da Penha" e veja quais propostas estão em tramitação. Isso permite que você se informe e possa se posicionar.
  • Participe de audiências públicas — Muitas vezes, as comissões realizam audiências públicas para discutir esses projetos. Você pode participar presencialmente ou enviar contribuições por escrito.
  • Entre em contato com seus representantes — Ligue ou envie e-mail para deputados e senadores, manifestando sua opinião sobre as propostas. A pressão popular é essencial para barrar mudanças negativas.
  • Compartilhe informações — Use suas redes sociais para divulgar notícias e análises sobre o tema, conscientizando outras pessoas sobre os riscos das alterações.
  • Apoie organizações de defesa dos direitos das mulheres — Doe ou seja voluntário em ONGs que atuam na proteção das mulheres, como o Instituto Maria da Penha, que monitora e luta pela integridade da lei.
open_in_new Leia a notícia completa em brasildefato.com.br
#LeiMariaDaPenha#ViolênciaDoméstica#DireitosDasMulheres#CongressoNacional#ProjetosDeLei#ProteçãoÀMulher
info Este resumo tem finalidade exclusivamente informativa, gerado a partir de fontes públicas. Não constitui consultoria jurídica. Consulte sempre um advogado registrado na OAB para análise do seu caso específico.

Entenda seus direitos na prática

Veja guias práticos de Geral para situações reais.

menu_book Ver mais de Geral newspaper Mais notícias

Dúvidas ou sugestões?

Tem uma situação que não encontrou aqui? Quer sugerir um guia ou dar feedback? Adoramos ouvir.

location_on Brasil
schedule Respondemos em até 48 horas
shield Conteúdo 100% informativo e gratuito
business Para advogados: cadastre seu escritório